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Eutanásia

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Eutanásia: perguntas e respostas

Suicídio assistido

O fim do Direito

A vida é bela

Corresponder

A mulher descalça

Cuidados paliativos

Algumas reflexões

Eutanásia na Evangelium Vitae

A minha hora

A táctica da confusão

Desconfiança perante os médicos

Precisões terminológicas

Eutanásia e aborto

A dor

Incuráveis e suicidas

Viver com cancro

Por que não?

Opinião dos pacientes

Declaração

Matar por misericórdia

Eutanásia passiva

A trapaça do caso limite

Espécies de eutanásia

Eutanásia e cuidados paliativos

Distanásia

Um tetraplégico

A situação na Holanda

Holanda II

Morte digna e humana

Promove o suicídio

Estado vegetativo

Insegurança jurídica

Precedentes da eutanásia

Nazismo e eutanásia

 

 

  

Eutanásia: por que não

 

Um historiador grego conta-nos que o rei Damocles quis um dia mostrar a vários dos seus invejosos conselheiros como vivia um rei. Convidou-os para o banquete da corte: manjares esplêndidos, vinhos e perfumes. A vida de rei tornava-se-lhes apetecível. Mas a dado momento o rei convidou-os a levantar os olhos. E o que é que viram? Uma espada afiada pendia sobre as suas cabeças e baloiçava ameaçadora. Os convidados deixaram de comer e tremeram. Nesse momento compreenderam como é importante a vida.

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«Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio se transformou em dever de todo o ser inteligente». (Georges Orwell)