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Nazismo e eutanásia
Um caso paradigmático das consequências da mentalidade eutanásica, encontramo-lo na época do nazismo. Os abundantes programas de eutanásia naquela época não foram simples resultado de um fanatismo repentino, mas antes a culminação de um movimento intelectual iniciado nos anos vinte com a publicação de "A destruição da vida destituída de valor", do psiquiatra Alfred Hoche e do jurista Karl Binding. Estes autores desenvolveram a tese de que há seres humanos sem qualquer valor vital e preconizaram a supressão dos que não pudessem curar-se; encareceram a carga económica que representam estes pacientes e invocaram as vantagens da sua eliminação. Esta página tem um novo endereço. Será encaminhado para lá dentro de alguns segundos, mas pode carregar já aqui.
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«Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio se transformou em dever de todo o ser inteligente». (Georges Orwell)
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