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Eutanásia

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Eutanásia: perguntas e respostas

Suicídio assistido

O fim do Direito

A vida é bela

Corresponder

A mulher descalça

Cuidados paliativos

Algumas reflexões

Eutanásia na Evangelium Vitae

A minha hora

A táctica da confusão

Desconfiança perante os médicos

Precisões terminológicas

Eutanásia e aborto

A dor

Incuráveis e suicidas

Viver com cancro

Por que não?

Opinião dos pacientes

Declaração

Matar por misericórdia

Eutanásia passiva

A trapaça do caso limite

Espécies de eutanásia

Eutanásia e cuidados paliativos

Distanásia

Um tetraplégico

A situação na Holanda

Holanda II

Morte digna e humana

Promove o suicídio

Estado vegetativo

Insegurança jurídica

Precedentes da eutanásia

Nazismo e eutanásia

 

 

  

Doentes incuráveis e suicidas

 

Um suicida sadio recebe ajuda para querer viver; quando se trata de um doente, falam em eutanásia. Por quê?

 

 

A transmissão pela TV de suicídios com o auxílio de Jack Kevorkian, conhecido como o Doutor Morte, fez com que a legalização da eutanásia voltasse ao centro das discussões. Mas a possibilidade de aceitação social dessa prática desperta uma inquietação crescente nos doentes incuráveis e nos deficientes, que vêem como sua vida se desvaloriza cada vez mais.

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«Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio se transformou em dever de todo o ser inteligente». (Georges Orwell)