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Eutanásia

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Eutanásia: perguntas e respostas

Suicídio assistido

O fim do Direito

A vida é bela

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A mulher descalça

Cuidados paliativos

Algumas reflexões

Eutanásia na Evangelium Vitae

A minha hora

A táctica da confusão

Desconfiança perante os médicos

Precisões terminológicas

Eutanásia e aborto

A dor

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Viver com cancro

Por que não?

Opinião dos pacientes

Declaração

Matar por misericórdia

Eutanásia passiva

A trapaça do caso limite

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Eutanásia e cuidados paliativos

Distanásia

Um tetraplégico

A situação na Holanda

Holanda II

Morte digna e humana

Promove o suicídio

Estado vegetativo

Insegurança jurídica

Precedentes da eutanásia

Nazismo e eutanásia

 

 

  

Recuperação de estado vegetativo persistente

 

É curioso que a maioria dos activistas pró-eutanásia se oponham à pena de morte, principalmente porque os juízes e o júri cometem erros durante julgamentos que podem resultar numa sentença de morte injusta. Ou seja, uma vez que uma pessoa tenha sido executada, nem mesmo a prova mais conclusiva da sua inocência pode trazê-la de volta à vida. Aqueles que apoiam a eutanásia estão, portanto, dispostos a gastar uma média de US$ 835.000 para manter um assassino obstinado atrás das grades para o resto da vida. No entanto, não estão dispostos a gastarem a mesma quantia para manter vivo um comatoso inocente ou uma pessoa doente, na verdadeira esperança que poderão ser recuperados ou pelo menos irão viver por um longo período mais.

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«Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio se transformou em dever de todo o ser inteligente». (Georges Orwell)