eutanásia

Quem somos | Contacto | Colaboração | Novidades por e-mail

 

Eutanásia

 educação | família | professor | aborto | liderança | vida | pensamentos | belos textos

Início

 

Eutanásia: perguntas e respostas

Suicídio assistido

O fim do Direito

A vida é bela

Corresponder

A mulher descalça

Cuidados paliativos

Algumas reflexões

Eutanásia na Evangelium Vitae

A minha hora

A táctica da confusão

Desconfiança perante os médicos

Precisões terminológicas

Eutanásia e aborto

A dor

Incuráveis e suicidas

Viver com cancro

Por que não?

Opinião dos pacientes

Declaração

Matar por misericórdia

Eutanásia passiva

A trapaça do caso limite

Espécies de eutanásia

Eutanásia e cuidados paliativos

Distanásia

Um tetraplégico

A situação na Holanda

Holanda II

Morte digna e humana

Promove o suicídio

Estado vegetativo

Insegurança jurídica

Precedentes da eutanásia

Nazismo e eutanásia

 

 

  

Corresponder

 

A situação das pessoas mais velhas

 

“A minha mãe – dizia-me há uns tempos um bom pai de família – é muito absorvente. Sinto que desde que a trouxemos para nossa casa começámos a ter um monte de problemas novos. Tem setenta e oito anos e está bastante doente. E a doença afecta-lhe um bocado a cabeça, e está muito absorvente, como te disse, para não dizer que às vezes está – peço desculpa – insuportável. Ela gostaria que estivéssemos o dia todo sentados ao seu lado e controla até a nossa hora de chegada ao fim da tarde. Opina sobre tudo, e a verdade é que às vezes perco a paciência. Já pensei que seria melhor se estivesse num lar e assim acabar-se-iam os meus problemas. Mas logo depois me envergonho ao lembrar-me do quanto ela suportou antes e depois de eu nascer. E penso que não posso fazer menos do que corresponder agora ao recebê-la em casa.”

Esta página tem um novo endereço. Será encaminhado para lá dentro de alguns segundos, mas pode carregar já aqui.

«Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio se transformou em dever de todo o ser inteligente». (Georges Orwell)