eutanásia

Quem somos | Contacto | Colaboração | Novidades por e-mail

 

Eutanásia

 educação | família | professor | aborto | liderança | vida | pensamentos | belos textos

Início

 

Eutanásia: perguntas e respostas

Suicídio assistido

O fim do Direito

A vida é bela

Corresponder

A mulher descalça

Cuidados paliativos

Algumas reflexões

Eutanásia na Evangelium Vitae

A minha hora

A táctica da confusão

Desconfiança perante os médicos

Precisões terminológicas

Eutanásia e aborto

A dor

Incuráveis e suicidas

Viver com cancro

Por que não?

Opinião dos pacientes

Declaração

Matar por misericórdia

Eutanásia passiva

A trapaça do caso limite

Espécies de eutanásia

Eutanásia e cuidados paliativos

Distanásia

Um tetraplégico

A situação na Holanda

Holanda II

Morte digna e humana

Promove o suicídio

Estado vegetativo

Insegurança jurídica

Precedentes da eutanásia

Nazismo e eutanásia

 

 

  

"Hei-de morrer quando chegar a minha hora"

 

Jorge: um testemunho na primeira pessoa

O filme "Mar Adentro" conta a história real de um tetraplégico, de seu nome Ramón Sampedro, que se bateu até ao fim pelo direito à eutanásia. Mas nem todos os tetraplégicos querem morrer. Veja-se o caso do Jorge, por exemplo. O Jorge ficou tetraplégico no dia 15 de Julho de 2002, com apenas 30 anos de idade, num acidente de trabalho. Serralheiro de profissão, o Jorge estava a realizar obras num centro comercial em Matosinhos quando caiu de uma altura de cerca de dois metros. Ficou inconsciente por breves instantes. Ao acordar, percebeu que a queda transformaria a sua vida para sempre. "Quando abri os olhos, estava deitado no chão. E não conseguia mexer-me. Chamaram os bombeiros e fui para o Hospital de S. João, onde fui operado", recorda, já sem a mágoa de outros tempos. Para este homem, o tempo tem ajudado a sarar as feridas da alma. A tetraplagia, essa, não tem remédio que lhe valha.

Esta página tem um novo endereço. Será encaminhado para lá dentro de alguns segundos, mas pode carregar já aqui.

«Caímos tão fundo que atrever-se a proclamar aquilo que é óbvio se transformou em dever de todo o ser inteligente». (Georges Orwell)